O sonho de muitos brasileiros é ser dono do próprio negócio. Quem nunca pensou nisso? Mas quantos será que, de fato, param e se perguntam: por que eu quero empreender?
Julgamentos estão atrelados à figura do “ser dono do negócio”, dentre eles, o de que o dono não precisa cumprir horário, pode sair no momento que desejar, o lucro da empresa é todo dele, logo, não fica engessado a um salário x, y ou z… Enfim, a realidade, de fato, é outra, e não contaram para essas pessoas que, ao iniciarem seu empreendimento, se deparam com inúmeras dificuldades. Os julgamentos atrelados ao “ser dono do negócio” passam a ser desconstruídos e a realidade vem à tona.
Inicia-se, então, a verdadeira jornada do empreendedor: horas e mais horas de trabalho. Férias? Só quando, de fato, sobrar um tempinho ocioso. Feriados? Nem sempre. Décimo terceiro salário? Não existe mais.
Sem falar nas tomadas de decisões estratégicas para alavancar a empresa, nas preocupações de como fazer para que seu negócio prospere, que chegue o final do mês e tenha dinheiro em caixa para saldar os salários dos colaboradores, que consiga cumprir as obrigações com seus fornecedores e prestadores de serviço, mantenha os impostos em dia… Enfim, poderíamos citar dezenas de fatos que indicam como é o dia a dia de quem possui uma empresa.
Mas que bom que existem pessoas com esse espírito empreendedor, não é mesmo? Afinal, são elas que criam os negócios responsáveis por atender às nossas mais diversas demandas, desde as necessidades mais básicas do ser humano até as mais supérfluas.
Um dado preocupante que temos observado é a quantidade de negócios novos que abrem e logo “fecham as portas”. Dados trazidos pelo IBGE apontaram, no segundo trimestre de 2019, que o Brasil contava com aproximadamente 3,198 milhões de empregadores com um a cinco funcionários registrados, ou seja, as micro e pequenas empresas. Já no mesmo período de 2021, esse número caiu para 2,731 milhões, representando um fechamento de 467 mil empregadores. Obviamente, grande parte foi reflexo da pandemia, mas o dado se agrava quando se lê o levantamento econômico feito pelo IBGE, que aponta que, de 100 empresas abertas, ao longo de 10 anos apenas 25 sobrevivem e, no período de 5 anos, aproximadamente 50% dos negócios abertos “fecham suas portas”.
Pense: quantos sonhos finalizados? Quanto investimento por “água abaixo”? Quantos empregos ceifados? Mas por que isso acontece? Tem como melhorar esse índice?
Um dos grandes erros cometidos ao iniciar um negócio novo é a falta de planejamento estratégico, de conhecimento profundo na área e de entendimento sobre comportamento humano.
Geralmente, quando há intenção de empreender, muitos dados não são levados em conta pelos futuros empresários. Muitos deles não buscam uma assessoria prévia para auxiliá-los em uma pesquisa de viabilidade, estudo de mercado, estudo do produto, criação da marca, levantamento e projeções dos seus custos, projeções do seu fluxo de caixa, dos investimentos, planejamento tributário, formação de preço, dentre outros inúmeros fatores.
Perceba: isso é um padrão comportamental que deve ser mudado. Tudo isso aqui falado é de extrema importância analisar antes de abrir qualquer tipo de empresa, seja ela para comercializar, beneficiar ou prestar serviço.
É nesse momento que um profissional qualificado vai auxiliar na tomada de decisão para dar continuidade ou não ao projeto.
Então, NÃO ERRE nisso também. Está com planos de abrir o seu negócio? Inovar em sua área? Já analisou todos esses dados?
Contate-nos e venha falar conosco. Iremos te ajudar a não cometer o mesmo erro de 75% dos empreendedores brasileiros.