ARTIGO

Será que as máquinas vão dominar o mundo?

Eu sei, o seu cérebro pensou: “Ahhh, pronto, daqui a pouco falará do exterminador do futuro”. Ahahaha, talvez… Sente e leia até o final.

Bancos – para os que não são adeptos ao digital, o autoatendimento é complexo. Sabe o caixa eletrônico que fica na agência bancária? Ele é muito moderno… para a década de 80! Ele resolve praticamente TUDO que você procura dentro de uma agência bancária. É provável que o internet banking assuste parte dos clientes com esse perfil. Já para as pessoas adaptadas às atividades e aos serviços pela internet, o banco digital é APENAS o ponto de partida.

Algumas lojas proporcionam o conforto de você fazer as suas compras sem SAIR de CASA. Alguns aplicativos oportunizam a você escutar as músicas favoritas de todas as bandas que você gosta por menos de R$ 20,00, sem sair de casa. Por sinal, você consegue escutá-las em caixinhas de som que não tem fio e que são tão pequenas que não representam 5% do tamanho dos antigos aparelhos de som.

No varejo, já existem lojas onde, ao entrar no estabelecimento, ele identifica quem é você, o número do seu cartão de crédito e deixa você à vontade para fazer as compras. Além disso, ele não promove o desconforto de entrar numa fila para você fazer o pagamento das suas compras. Essas lojas não possuem funcionários no estabelecimento, mas na retaguarda, viabilizando essa experiência.

Esse momento dos negócios, onde o varejo está com muitas etapas do seu processo de comunicação com a internet, ou 100% do seu processo na rede, é inspirado numa transformação estrutural robótica conhecida como a Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0.

A grande característica desse momento da tecnologia, em linhas gerais, é a inteligência artificial. Trata-se de uma etapa onde as máquinas pensam e tomam decisões para fazer as coisas. Automatização de processos da indústria é a marca da revolução anterior. Porém, robôs que analisam e proporcionam resultados, tomam decisões, dentre outras capacidades, são características da tecnologia criada pelo homem nesta fase.

Já percebeu que, ao navegar no YouTube, ele coloca os vídeos que você gosta? Ou que, nas pesquisas do Google, ele deduz o que você está pensando, oferecendo diversas opções de busca? Ou aqueles e-mails com ofertas que indicam exatamente o seu desejo de compra recente no site que você estava “apenas olhando”?

Acredite: todo comportamento expresso por você nas redes sociais e na nuvem é calculado

constantemente. O que, para você, são apenas 30 minutos de descanso no Instagram, do ponto de vista do negócio, são 30 minutos de informações a respeito das suas preferências. Isso é tão importante para a sua percepção, que indica, naquele momento da oferta, que a empresa adivinhou o que você pensou, proporcionando uma sensação de que, sem você pensar, já está feito!

O principal protagonista da viabilidade dessa experiência é o algoritmo, construído com base no comportamento de cada pessoa. A capacidade de processar essas equações e a velocidade com que as inteligências artificiais (IA) analisam os dados estão muito distantes das habilidades humanas. Porém, essa condição preocupa muitas nações, devido ao risco potencial de promover desemprego em larga escala.

O ser humano é especialista em adaptações e precisa estar preparado para ocupar os espaços que só ele consegue criar. Se você não sabe como fazer isso, a MT Gestão Contábil pode ajudá-lo a preparar VOCÊ para essa transformação, com ciência e fatos focados em lucratividade.

E aí, vamos conversar?

Reforma Tributária: sua empresa está preparada para as mudanças?

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